sexta-feira, 30 de setembro de 2011

"A AZUL BORBOLETA DO SUL". Atraçaõ da V MARATONA, dia 17 de outubro, às 15h30min, com Lisete Johnson

Lisete Johnson autografando



A AZUL BORBOLETA DO SUL
(Lisete Johnson)

Narra a trajetória de uma linda borboleta azul (desde o estado de lagarta) e de um apaixonado bem-te-vi por todas as regiões do RS, numa fábula impregnada de romantismo e de valorização à vida!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

"RIMAS E TIRAS: POESIA INFANTIL". Atração da V MARATONA, dia 18 de outubro, às 14h45min, com Adriane Azevedo

Adriane Azevedo

RIMAS E TIRAS: POESIA INFANTIL

Com base nos livros infantis BAMBOLETRAS, de Dilan Camargo, SACO DE BRINQUEDOS, de Carlos Urbim, e SACO DE MAFAGAFOS, de Gláucia de Souza, Adriane Azevedo desenvolve uma brincadeira onde interpreta os vários personagens das poesias, segundo a sua própria releitura, utilizando caracterizações para interagir com a platéia, buscando motivar na criança a familiaridade com a poesia e o gosto pela leitura.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

“A FAMÍLIA SAPO CURURU”. Atração da V MARATONA, dia 19 de outubro, às 11h, com Graça Letti

Graça Letti

A FAMÍLIA SAPO CURURU
(Joaquim de Paula)

Esta história narra a aventura que a família de sapos Cururu passa quando resolve se mudar da lagoa para as montanhas.
Permeada de situações muito engraçadas, interage com o público, sendo fundamental a participação das crianças.

GRAÇA LETTI é contadora do Grupo de Contadores de Histórias do Teatro de Arena

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

"HISTÓRIAS POPULARES PARA CRIANÇAS". Atração da V MARATONA, dia 18 de outubro, às 15h30min, com Lívia Petry

Lívia Petry
HISTÓRIAS POPULARES PARA CRIANÇAS

 Esta contação de histórias busca levar as crianças ao mundo encantado dos contos folclóricos tanto do Brasil quanto do mundo. Assim, são apresentadas histórias do folclore brasileiro como "Pedro Malasarte e o Surrão Mágico", " As aventuras de João Boa Sorte", e histórias do folclore mundial como " O Peixinho Dourado" e " A Gaita Maravilhosa" do folclore português. As histórias contadas neste espetáculo podem ser encontradas nos livros " HISTÓRIAS À BRASILEIRA" de Maria Regina Machado, Volumes 1, 2 e 3, Companhia das Letrinhas,  e também em "Contos Populares do Povo Português" de Teófilo Braga, Editora Dom Quixote.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

"A CINDERELA DAS BONECAS". Atração da V MARATONA, dia 19 de outubro, às 14h, com o Grupo de Voluntários Contadores de Histórias "SÓ NÓS" (Lelé, Maju & Rosaura)


A CINDERELA DAS BONECAS
(Ruth Rocha)

Vovó Neném é uma avó super engraçada, que vive misturando as histórias, ensinando brincadeiras, confeccionando brinquedos de sucata e tendo a certeza de que não devemos desanimar nunca, pois para tudo existe solução.....

(Adaptação de Lelé, Maju & Rosaura)

"O MACACO E A VELHA". Atração da V MARATONA, dia 18 de outubro, às 16h, com a Trupe Quem Conta Um Conto (UFRGS)

 O MACACO E A VELHA
Este espetáculo de contação de histórias busca levar as crianças de encontro a uma das histórias mais antigas do folclore brasileiro e que desde o século XIX tem tido várias versões. Aqui será contada a versão mais conhecida dos últimos tempos, baseada livremente na peça de Ivo Bender. Uma história para rir, se emocionar, se divertir. Esta história pode ser encontrada em várias versões, deixamos assim, três bibliografias: Sílvio Romero " Contos Populares do Brasil" , 2008 / Histórias à Brasileira , Volume 2 , Companhia das Letrinhas, Maria Regina Machado, 2002 / O Macaco e a Velha, Ivo Bender, Editora Globo, 1982.

"A VELHINHA QUE DAVA NOME AS COISAS & HISTÓRIAS QUE MINHA AVÓ CONTAVA". Atração da V MARATONA, dia 17 de outubro, às 14h30min, com Rosane Castro

Rosane Castro

HISTÓRIAS QUE MINHA AVÓ CONTAVA
(nome do espetáculo de contação de histórias)

Permeando por várias histórias contadas pela avó, Rosane Castro faz um resgate da memória e valoriza as histórias contadas de geração a geração pelos mais velhos. Um verdadeiro mergulho no encanto das narrativas orais.
A VELHINHA QUE DAVA NOME AS COISAS
(Cynthia Rylant)
Era uma vez uma velhinha que já não tinha nenhum amigo, pois todos eles haviam morrido. Por isso, ela começou a dar nome às coisas que durariam mais que ela: sua casa, seu carro, sua poltrona. Até o dia em que um cachorrinho apareceu no seu portão. Então, a velhinha acaba dando um nome ao cachorrinho, mesmo correndo o risco de sobreviver a ele. A autora trata sutilmente de solidão e perda.